Visita guiada à exposição «Song of Water» a bordo do barco-museu

Visita guiada
Para todos os públicos

Uma visita guiada à exposição «Chant de l’eau», destinada a todos os públicos. Uma exploração dos mistérios do universo marinho, através de uma seleção de obras de arte contemporânea, objetos históricos e documentos de arquivo. São também propostas visitas adaptadas para pessoas com deficiência visual e auditiva.

INFORMAÇÕES PRÁTICAS
Visita guiada à exposição «Song of Water» a bordo do barco-museu

Datas e horários

Horários abertos ao público em geral: sexta-feira, dia 2; quarta-feira, dia 7; quinta-feira, dia 8; e sexta-feira, dia 9 de outubro: 17h00 - 17h30 e 18h00 - 18h30; sábado, dia 3; domingo, dia 4; e sábado, dia 10 de outubro: 12h00 – 12h30, 15h00 – 15h30, 16h00 – 16h30, 17h00 – 17h30, 18h00 – 18h30 Domingo, 11 de outubro: 11h00 - 11h30, 12h00 - 12h30 Horários em LSF e para pessoas com deficiência visual/cegas: Segunda-feira, 5, e terça-feira, 6 de outubro: 17h00 - 17h30: LSF e 18h00 - 18h30: Deficientes visuais / cegos Sábado, 3 e 10 de outubro: 11h00-11h30: LSF Domingo, 4 de outubro: 11h00-11h30: deficientes visuais / cegos 

Visita guiada à exposição «Song of Water» a bordo do barco-museu

Endereço

Cais de Camarões, Baía do Eure

Visita guiada à exposição «Song of Water» a bordo do barco-museu

Acessibilidade

Estão previstos horários específicos em LSF e para pessoas com deficiência visual e cegas.

«Song of Water» é uma exposição que presta homenagem ao oceano, à memória da vida que ele abriga e à diversidade das criaturas que o povoam. «Song of Water» inspira-se no poder evocativo desta imensa paisagem sonora, onde cada espécie, cada corrente, cada respiração compõem um único canto da vida. Assumindo a forma de uma travessia, convida menos a contemplar os oceanos do que a ouvi-los, e mergulha os visitantes nas profundezas do mar, entre a arte e a ciência.

«Song of Water» convida-nos a redescobrir essa memória, mergulhando nos mares silenciosos de Hiroshi Sugimoto, para conhecer um povo repleto de criaturas misteriosas. Desde peixes fossilizados até às reinterpretações de Pablo Picasso, Robert Longo, Katinka Bock, Harumi Klossowska de Rola, Joan Jonas ou Michael Heizer, o peixe atravessa as épocas como testemunha de uma história contínua da vida. A concha, nas obras de Charwei Tsai e Jean-Marie Appriou, evoca, por sua vez, as origens da vida, as lentas sedimentações do tempo e as metamorfoses da matéria.

Com curadoria de Blanche de Lestrange

Blanche de Lestrange é Diretora Artística da Fundação Art Explora desde 2020. É responsável por definir as grandes orientações artísticas dos diferentes projetos da fundação e coordena, nomeadamente, a programação do Festival Art Explora no Mediterrâneo, as residências artísticas em França na Cité internationale des arts e o seu desenvolvimento a nível internacional, bem como a exposição inaugural no Hangar Y. Anteriormente, foi diretora adjunta da FIAC, onde se encarregou da programação artística durante dez anos. Blanche é também cofundadora da associação «Thanks for Nothing», que estabelece laços entre o mundo da arte e o mundo associativo.

Os artistas

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Os parceiros

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