


Bal Moderne
O Bal Moderne é um conceito de dança participativa criado em 1993 por Michel Reilhac, em Paris, com o objetivo de tornar a dança contemporânea acessível a todas as pessoas, independentemente da experiência prévia. Assente na ideia de aprendizagem rápida e prazer partilhado, este formato propõe a transmissão de coreografias curtas - geralmente com cerca de três minutos - concebidas por coreógrafos convidados e apropriáveis por qualquer corpo. Ao longo de uma sessão, o público aprende coletivamente estas sequências e dança-as em conjunto, num ambiente festivo.<br>
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Bal Moderne
O Bal Moderne é um conceito de dança participativa criado em 1993 por Michel Reilhac, em Paris, com o objetivo de tornar a dança contemporânea acessível a todas as pessoas, independentemente da experiência prévia. Assente na ideia de aprendizagem rápida e prazer partilhado, este formato propõe a transmissão de coreografias curtas - geralmente com cerca de três minutos - concebidas por coreógrafos convidados e apropriáveis por qualquer corpo. Ao longo de uma sessão, o público aprende coletivamente estas sequências e dança-as em conjunto, num ambiente festivo.<br>
O Bal Moderne é um conceito de dança participativa criado em 1993 por Michel Reilhac, em Paris, com o objetivo de tornar a dança contemporânea acessível a todas as pessoas, independentemente da experiência prévia. Assente na ideia de aprendizagem rápida e prazer partilhado, este formato propõe a transmissão de coreografias curtas - geralmente com cerca de três minutos - concebidas por coreógrafos convidados e apropriáveis por qualquer corpo. Ao longo de uma sessão, o público aprende coletivamente estas sequências e dança-as em conjunto, num ambiente festivo.<br>
Apresentado em diversos países, o Bal Moderne chegou à Culturgest em 2005, onde conheceu várias edições. Destaca-se a edição comemorativa de 2018–2019, integrada nas celebrações dos 25 anos da Culturgest. <br>
Nesta adaptação, as coreografias são criadas por artistas nacionais, convocando diferentes linguagens e sensibilidades da dança contemporânea em Portugal. Pensadas para uma aprendizagem intuitiva, transformam o público em intérprete ativo, dissolvendo as fronteiras entre palco e plateia. Entre momentos de transmissão e prática, instala-se uma atmosfera de celebração coletiva, onde o encontro, a escuta e a sincronização entre corpos geram uma comunidade efémera. Esta é uma experiência coreográfica partilhada, que combina mediação artística, criação contemporânea e participação ativa.

© Bruno Simao

© Bruno Simao
Hugo Cabral Mendes
Hugo Cabral Mendes, nasceu em 1999 e formou-se em dança no Projeto Quorum da Academia Quorum Ballet. De momento é estudante do Mestrado em Criação Coreográfica e práticas profissionais na Escola Superior de Dança, Lisboa. Desde 2018 trabalhou enquanto intérprete com Raimund Hoghe, Aldara Bizarro, Diana Niepce, Daniel Matos, Adriana Sá Couto, Rodrigo Teixeira, Miguel Moreira, Marco Martins, entre outros. Como criador de artes performativas, encontra-se com o espetáculo infantil cocriado com a bailarina Inês Gomes, A Maior Flor do Mundo, a circular desde as celebrações do centenário de José Saramago em 2022. Enquanto criador a solo, estreou-se em 2023 com o espetáculo O SER INUMANO, no festival Cumplicidades (Lisboa) e assinou ainda no mesmo ano O Campo das Cebolas em Serpa, na Musibéria. Foi também um dos coreógrafos de Bal Modern na Culturgest Lisboa com duas das coreografias do projeto para a comunidade. A convite de The Gate, Marvila, apresenta a instalação Cartas para a Nuvem, em 2024. No mesmo ano apresenta o solo Cartas de um Bailarino para a Nuvem, no espaço L'Obrador, em Deltebre, na região da Catalunha. Atualmente, encontra-se em digressão do seu último espetáculo This is only about dance ou Cartas para a Nuvem que estreou em março de 2026 no TeatroCine Torres Vedras, encerrando o tríptico Cartas para a Nuvem iniciado em 2024. Enquanto intérprete, estreou em setembro de 2025 no Amsterdam Fringe Festival a nova criação do artista Fernando Troya, A PELO. Hugo foca a sua pesquisa entre a questão do que é viver em queda e relação com a dor e o chão e questões da queerização do corpo do homem através de reflexões como fraternidade, equidade e liberdade.
Joana Franco
Joana Franco é licenciada em dança (2019) e mestre em criação coreográfica e práticas profissionais (2023) pela Escola Superior de Dança. A sua prática desenvolve-se no campo da coreografia expandida, centrando-se no cruzamento entre o gráfico e o coreográfico. Neste contexto, destaca-se o projeto “Kaput!” (20232024), um protótipo de toda a coreografia, apresentado no formato de conferência-performance e em modo laboratório “coreo-gráfico" no Centro Cultural de Alfena, na Casa Cheia, na Galeria Zé dos Bois e no Espaço Cultural das Mercês. Paralelamente, tem trabalhado em design gráfico e desenvolvimento web para projetos no setor cultural e artístico. Ao longo do seu percurso colaborou com diversas instituições e artistas, entre os quais Lara Maia, Joaquim Leal, Francisco Miguel, Coletivo TETO, Culturgest, Estúdios Victor Córdon e Plano Nacional das Artes, para além de desenvolver trabalho de comunicação para projetos de Biloba, Duarte Ventura, Estela Alexandre, DINÂMIA’CET-Iscte e SocioDigital Lab for Public Policy.
Marta Jardim
Marta Jardim (Portalegre, 1995) é bailarina e coreógrafa. Desenvolve o seu trabalho como criadora e intérprete em projetos multidisciplinares que cruzam dança contemporânea, teatro, música e cinema. A sua prática autoral parte da dança contemporânea para explorar temas que convocam uma reflexão crítica sobre o contexto social e a construção de uma sociedade mais justa.
Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança, frequentou o programa Erasmus+ na TEAK – Theatre Academy of Helsinki e integrou a formação FOR da Companhia Olga Roriz. Iniciou também o seu percurso artístico na música, tendo concluído o 8.º grau em saxofone clássico. Em 2018, realizou estágios na LINGA Compagnie, em Lausanne, na peça FLOW, e na Companhia Olga Roriz, em Autópsia.
Da sua criação destacam-se TravessiaS, apresentada no Pequeno Auditório do CCB (2020), e VITAL_Solo à morte de um carregador (2022), uma reflexão sobre o impacto da vida virtual na saúde mental. Em 2023, integrou o programa Jovens Compositores dos Estúdios Victor Córdon.
Enquanto intérprete, tem colaborado com criadores como Madalena Vitorino, Olga Roriz, Filipa Francisco, Marina Nabais e Jérôme Bel, entre outros, bem como com artistas do teatro e do cinema, incluindo Júlia Buisel, Francisco Manso, Rui Simões, Ricardo Cabaça e Fátima Reis.

© Bruno Simao
Informações práticas
Endereço
Marina de Cascais
Acessibilidade
Datas e horários
Quinta-feira, 25 de junho, das 18h00 às 20h00
Segurança
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
AS EXPERIÊNCIAS A BORDO


Exposição imersiva “Presentes”
Criada em colaboração com o Museu do Louvre, esta exposição destaca as figuras femininas na civilização mediterrânica, graças à digitalização e modelação de parte das coleções do Museu do Louvre. Uma experiência em duas fases: um filme introdutório que fornece o contexto, seguido de uma experiência imersiva num túnel de 16 metros de comprimento, revestido por 120 m² de ecrãs LED.
Uma viagem sonora pelo Mediterrâneo
Uma experiência sonora imersiva concebida pelo Ircam que convida o público a explorar a riqueza e a diversidade do Mediterrâneo através de auscultadores com som espacializado.
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© Elisa Von Brockdorff
Os artistas

Perguntas frequentes
Sim, o barco está disponível gratuitamente no local. No entanto, pode reservar antecipadamente o seu horário online no nosso site.
Por razões de segurança e para preservar o barco, é proibido o uso de saltos altos e sapatos de salto alto a bordo.
O barco-museu é acessível a todos gratuitamente. Para saber em que cais estará atracado ou para fazer uma pré-reserva do seu horário, consulte a página dedicada à sua cidade.
No local do Festival, estão disponíveis instalações adequadas para o acolhimento e acesso de pessoas com mobilidade reduzida. O barco está equipado com uma rampa de 1 m de largura, acessível a pessoas com mobilidade reduzida, mas que pode exigir o acompanhamento de uma terceira pessoa devido à sua inclinação superior a 6%. É possível aceder ao convés de popa e à exposição imersiva. No entanto, o convés superior não é acessível. Por favor, informe-nos com antecedência sobre quaisquer necessidades específicas em matéria de acessibilidade, para que possamos tomar as medidas necessárias.
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