

Roxo
Num DJ set que cruza tensão rítmica e imaginação futurista, Violet convoca techno mutante, acid house e ritmos desviantes para construir uma narrativa sonora intensa e imprevisível. Entre pulsação física e exploração conceptual, o set reflete a sua ligação às culturas da pista e às histórias políticas da música de dança. A projeção vídeo de um desenho original de JAS amplia esta experiência sensorial. A curadoria deste programa de DJ no Festival Art Explora é assumida pela Filho Único.<br>
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Roxo
Num DJ set que cruza tensão rítmica e imaginação futurista, Violet convoca techno mutante, acid house e ritmos desviantes para construir uma narrativa sonora intensa e imprevisível. Entre pulsação física e exploração conceptual, o set reflete a sua ligação às culturas da pista e às histórias políticas da música de dança. A projeção vídeo de um desenho original de JAS amplia esta experiência sensorial. A curadoria deste programa de DJ no Festival Art Explora é assumida pela Filho Único.<br>
Num DJ set marcado pela tensão entre pesquisa sonora, intensidade física e imaginação futurista, Violet constrói uma narrativa musical que atravessa diferentes geografias e histórias da música de dança contemporânea. Entre mutações de acid house, techno imaginativo, ritmos desviantes e texturas inesperadas, o seu percurso sonoro desenvolve-se de forma fluida e intricada, convocando simultaneamente energia de pista, escuta atenta e exploração conceptual.<br>
Profundamente ligada à cena musical lisboeta, Violet foi cofundadora da Rádio Quântica e do Planeta Manas, projetos fundamentais para a renovação crítica e política das culturas de dança em Portugal. Essa dimensão coletiva e reflexiva atravessa também o seu trabalho enquanto artista, onde o DJ set surge não apenas como espaço de mistura e circulação musical, mas como prática de construção de comunidade, memória e possibilidade.Ao longo dos últimos anos, apresentou-se em alguns dos mais relevantes contextos internacionais da música eletrónica e experimental, incluindo Berghain/Panorama Bar, Berlin Atonal, Unsound, Dekmantel, Gamma ou Field Maneuvers, afirmando uma linguagem artística singular, simultaneamente exigente, sensorial e expansiva.<br>
A experiência é ampliada pela projeção vídeo de um desenho original de JAS, desenvolvido em diálogo direto com a música. Linhas, ritmos e formas visuais acompanham as transformações do som, criando um ambiente imersivo onde imagem e escuta se contaminam mutuamente.<br>
A curadoria deste programa de DJ no Festival Art Explora é assumida pela Filho Único.

© Nuno Rodrigues

© Nuno Rodrigues
Roxo
Na sua cidade natal de Lisboa, Violet contribui para a cena local de várias formas. Foi cofundadora da rádio online Rádio Quântica e do revolucionário Planeta Manas, além de residente na mina. Estas contribuições transparecem no trabalho de Violet enquanto artista, ao expressar de forma refletida a história política da música de dança através da sua voz e da sua música. No seu DJing junta ritmos alienígenas, techno imaginativo, mutações de acid house e muito mais, de uma forma simultaneamente natural e intrincada. Tem tocado em toda a Europa em festas e clubes como Room 4 Resistance, Berghain/Panorama Bar, Berlin Atonal, Field Maneuvers, Unsound, Gamma ou Dekmantel.<br>
JAS
O artista português João Alexandrino, também conhecido como JAS, nasceu no Porto / Portugal em 1981. O seu trabalho desenvolve-se em diferentes campos e atividades artísticas, como a instalação, a performance, o vídeo, a pintura, cenografia e o desenho. Foi um dos membros fundadores do Espaço INCUBADORA (2002-2007) em Vila Nova de Gaia (Portugal), onde apresentou instalações / exposições permanentes. Atualmente desenvolve vários projetos individuais e em coautoria com outros artistas, tendo o vídeo e o desenho em tempo real como elementos preponderantes no seu trabalho. Em 2013 fundou o projeto C A I X A arte contemporânea com a Artista Plástica Manuela Pimentel. No âmbito de outros projetos, o seu trabalho tem sido também exibido em outros Países tais como, Hamburgo, Rouen (França), Barcelona, Noruega, São Paulo (Brasil), Maputo (Moçambique), entre outros. Expõe individual e coletivamente desde 2000. Dirigiu várias curtas-metragens e vídeos experimentais.<br>
Filho Único
A Filho Único é uma associação cultural fundada em Lisboa em 2007, tratando-se de uma entidade independente não apoiada por fundos ou mecanismos financeiros estatais ao ano. Desenvolve a sua participação ativa em Lisboa e no circuito internacional através das propostas estéticas e críticas das suas programações, co-produções e promoções de concertos, instalações e eventos de música, e no agenciamento e representação cooperativa de músicos.<br>
Ao longo dos anos, tem sido reconhecido o seu papel num desafio nunca garantido: um contínuo reimaginar do entendimento da música, não limitada por técnica, dados ou lógica, antes e sempre como expressão e dinâmica, relacional e libertadora, presente na experiência vivida, na sabedoria intergeracional e nos laços duradouros entre o corpo, a terra e a história.<br>

Informações práticas
Endereço
Marina de Cascais
Acessibilidade
Datas e horários
Sábado, 27 de junho, das 20h00 às 21h00
Segurança
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
AS EXPERIÊNCIAS A BORDO


Exposição imersiva “Presentes”
Criada em colaboração com o Museu do Louvre, esta exposição destaca as figuras femininas na civilização mediterrânica, graças à digitalização e modelação de parte das coleções do Museu do Louvre. Uma experiência em duas fases: um filme introdutório que fornece o contexto, seguido de uma experiência imersiva num túnel de 16 metros de comprimento, revestido por 120 m² de ecrãs LED.
Uma viagem sonora pelo Mediterrâneo
Uma experiência sonora imersiva concebida pelo Ircam que convida o público a explorar a riqueza e a diversidade do Mediterrâneo através de auscultadores com som espacializado.
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© Elisa Von Brockdorff
Os artistas


Perguntas frequentes
Sim, o barco está disponível gratuitamente no local. No entanto, pode reservar antecipadamente o seu horário online no nosso site.
Por razões de segurança e para preservar o barco, é proibido o uso de saltos altos e sapatos de salto alto a bordo.
O barco-museu é acessível a todos gratuitamente. Para saber em que cais estará atracado ou para fazer uma pré-reserva do seu horário, consulte a página dedicada à sua cidade.
No local do Festival, estão disponíveis instalações adequadas para o acolhimento e acesso de pessoas com mobilidade reduzida. O barco está equipado com uma rampa de 1 m de largura, acessível a pessoas com mobilidade reduzida, mas que pode exigir o acompanhamento de uma terceira pessoa devido à sua inclinação superior a 6%. É possível aceder ao convés de popa e à exposição imersiva. No entanto, o convés superior não é acessível. Por favor, informe-nos com antecedência sobre quaisquer necessidades específicas em matéria de acessibilidade, para que possamos tomar as medidas necessárias.
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